系譜 · linhagem
A árvore genealógica do jiu-jitsu
Uma arte, carregada por muitas mãos. Foi assim que o jiu-jitsu chegou ao Brasil e se tornou um sobrenome, a partir da história documentada e com honestidade sobre o que o registro não consegue resolver.
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Japão, a origem
柔術 JūjutsuCentenas de escolas do período Edo (ryūha): Takenouchi-ryū desde 1532, Kitō-ryū, Tenjin Shin'yō-ryū.
Jigorō KanōReuniu as escolas antigas em um único método, o judô Kōdōkan, em 1882.
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Belém, a passagem em disputa
Mitsuyo Maeda 前田光世 Conde KomaJudoca do Kōdōkan convertido em lutador profissional. Levou a arte pelo mundo e se estabeleceu em Belém, no Brasil, por volta de 1914.
Mais de um professor
Soshihiro SatakeLutou ao lado de Maeda por anos e depois se estabeleceu rio acima, em Manaus, onde deu aulas.
Jacyntho FerroAluno de Maeda e, segundo o registro dos jornais, provavelmente o homem que conduzia as aulas do dia a dia de Carlos.
Donato Pires dos ReisProfessor credenciado da escola de Belém que, em 1931, contestou publicamente a versão do discipulado direto dos Gracie.
Gastão GracieEmpresário de Belém no círculo de promotores de Maeda. Enviou o filho adolescente, Carlos, para aprender.
em disputaA família afirma que Carlos foi aluno direto de Maeda. Os historiadores leem o registro de outra forma: seu professor teria sido, mais provavelmente, Ferro, ou Pires dos Reis. Nenhum documento resolve a questão, e por isso a árvore deixa essa linha pontilhada.
Rio, a construção de um nome
Mudou-se para o Rio e abriu uma academia por volta de 1925. Quem quer que tenha sido seu professor, foi ele quem construiu uma instituição.
Irmão mais novo de Carlos, nascido em 1913, que insistia que a arte funcionasse para a pessoa menor e mais fraca.
e os outros irmãos Gracie
1951, Rio: Hélio Gracie perdeu para Masahiko Kimura diante de vinte mil pessoas. A família deu à chave de braço o nome do homem que o venceu. Até hoje, é chamada de Kimura.
Do Brasil para o mundo
Uma geração posterior levou a arte para os Estados Unidos, onde o desafio Gracie recomeçou.
Em 1993, Royce Gracie provou a arte para o mundo no primeiro UFC.
O outro ramo
A raiz da outra linhagem do Brasil, aquela que a história dos Gracie deixou de fora. A versão corrente diz que ele aprendeu com o círculo de Maeda; alguns historiadores não encontram provas concretas, mas a linha que vai dele até Fadda é firme.
Aluno de Luiz França, que manteve a arte aberta ao Rio da classe trabalhadora, para além da academia Gracie.